1. Como pode haver evolução sem seleção natural?
2. A deriva genética e a seleção natural agem conjuntamente. Que
parâmetros são necessários se conhecer para saber qual desses
processos prepondera sobre o outro?
3. A sequência de nucleotídeos representada a seguir é parte de
um trecho de um exon que codifica para um polipeptídeo.
1
2 3
123456789012345678901234567890
ATGGTAGTGTTGGAGACGGAGAAGGTAAGA
a) Utilizando-se do código genético (nuclear de eucariotos), traduza "manualmente" essa sequência para aminoácidos, utilizando os códigos de 3 letras e de uma letra para os aminoácidos.
b) A sequência a
seguir é resultado de mutações de ponto da sequência acima:
1
2 3
123456789012345678901234567890
ATGGTTGAGTCGGAGCCGGAAAAGATAAGA
Classifique as
mutações como sendo transições ou transversões e como sendo
sinônimas, não sinônimas (=com troca de sentido) ou sem sentido.
4. Compare os alinhamentos de nucleotídeos (figura 3.1 do texto) e de (resíduos de) aminoácidos (figura 3.2 do texto, correspondentes ao mesmo trecho do gene BRCA1 de diversos mamíferos. Quais são as semelhanças e quais são as diferenças?
5. Como a
comparação de genes de diversas espécies diferentes pode
auxiliar na compreensão das mutações causadoras de doenças?
6. Explique por quê os alelos quase neutros têm um comportamento semelhante aos alelos neutros.
7. Nas décadas de
1970 e 1980 houve uma disputa científica no âmbito da Genética
de populações que ficou conhecida como "neutralistas versus
selecionistas". Explique como os selecionistas divergiam dos
neutralistas quanto as suas explicações para a presença de
polimorfismos.